Você já ouviu falar em Neuromarketing?

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Você já ouviu falar em Neuromarketing?

Neuromarketing é uma derivação das palavras neurociência e marketing. O propósito do Neuromarketing é compreender melhor o que leva o consumidor a escolher um determinado produto, serviço ou marca.

Se você já desejou alguma vez entender o que se passa na cabeça do seu cliente, o Neuromarketing é a solução para isso.

Para quem está curioso sobre como funciona o Neuromarketing na prática, o estudo é feito a partir de rastreamento ocular, frequência cardíaca, respiração e atividade cerebral, entre outros métodos.

Como envolve aparelhos médicos e sistemas de imagem, o custo é alto – o que pode ser inviável para microempresas. Mesmo assim, você pode aproveitar os resultados de pesquisas que já foram divulgadas e recorrer à literatura disponível sobre o tema.

Segundo uma reportagem publicada pelo Estadão, o Neuromarketing é muito usado nos Estados Unidos, mas o desenvolvimento de um estudo chega a custar 7 milhões de dólares (em torno de 27 milhões de reais).

Este alto investimento é, sem dúvida, um dos motivos que dificulta a aplicação deste tipo de análise por aqui. Mas uma alternativa é também usar como referência os estudos sobre lembrança de marca, critérios para decisão de compra, entre outros que façam sentido para o seu negócio.

Os estímulos têm como objetivo despertar desejo, necessidade, urgência, entre outros comportamentos. É com base nesses resultados que as empresas posicionam suas marcas e a comunicação com o mercado.

O objetivo principal do Neuromarketing é estudar como o cérebro humano

O objetivo principal do Neuromarketing é estudar como o cérebro humano reage a determinados estímulos, que podem ser desde imagens, cores, cheiros, etc.

Um dos casos mais famosos do Neuromarketing foram aplicadas nas marcas: Coca-Cola e Pepsi. O estudo reuniu 67 pessoas que tinham uma missão muito simples: tomar as bebidas das duas marcas e escolher o melhor.

Sem saber qual era a marca dos refrigerantes que tinham ingerido, a maioria das pessoas preferiu a Pepsi. Um segundo teste foi aplicado, informando uma das marcas que seriam degustadas. Neste caso, as pessoas preferiram a Coca-Cola.

A explicação científica é que quando sabiam qual marca estavam consumindo, as pessoas tiveram o córtex pré-frontal ativado.

Porém, quando tinham conhecimento de uma das marcas, houve um aumento de atividade nas regiões cerebrais ligadas às emoções positivas. Ou seja, saber a marca da bebida influenciou o comportamento dos participantes.

E isso pode ter ocorrido justamente por conta da publicidade e de como a Coca-Cola se posiciona em seu mercado de atuação.

Para compreender melhor, você pode fazer um teste simples. Basta assistir ao vídeo abaixo e depois analisar sua própria reação, seu sentimento em relação ao que viu, e se sentiu a necessidade de algo.

 

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Vinicius Sammogini

Vinicius Sammogini

Formado em TI pelo Senac, paulista da gema, um aquariano viciado em Curiosidades. CEO e Redator do HiperCuriosos. Pai de duas meninas ainda aprendendo a difícil "arte de educar".

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